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       <title> Http://www.ibernise.com/ - PAIXÃO ARDE, DESEJO TRAI</title>
       <link>http://www.ibernise.com/.</link>
       <description>O portal das outras notícias</description>
       <language>pt-pt</language>
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	<title><![CDATA[Nem Claro, Nem Escuro, Mas Já é Dia...]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18937/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Oásis de uma vida árida,<br />
És, todo, uma trilogia<br />
Do eu, tu e o mundo.<br />
Uma química<br />
De lusco-fusco única<br />
Onde me vejo imune.<br />
Mergulho livre...<br />
Panorama fértil,<br />
A cada nível vou fundo.<br />
<br />
<br />
Amo-te servil<br />
Viril e flamejante&hellip;<br />
Abrigo meu, infante,<br />
Meigo menino,<br />
Que nos meus braços dorme,<br />
Quando sou tua amante.<br />
<br />
<br />
Excerto do Poema<br />
<br />
A palavra "lusco-fusco" provém do Latim luscu +  fuscu, que significa, etimologicamente, escuro. Este substantivo  masculino tem como sinónimos "anoitecer", "a hora do crepúsculo  vespertino" e "dilúculo" . Sendo assim, pode ser um momento do primeiro  alvor ou despontar do dia, crepúsculo matutino. Assim como pode ser um  momento vespestino da alvorada e ocaso. Em sentido figurativo,  lusco-fusco pode também ser referido como "quase claridade", o  anoitecer, o momento de transição entre o dia e a noite (da tarde ou da  alba).<br />
<br />
Há quem afirme que durante o lusco-fusco, a Terra inverte o  sentido da rotação sobre o seu eixo. Há quem garanta que o lusco-fusco é  apenas uma ilusão. Na realidade, a transição do dia para a noite e da  noite para o dia dura apenas dois décimos de segundo à hora crepuscular.<br />
<br />
Há  momentos singulares todos os dias entre a noite e o dia e entre o dia e  a noite, que repetem-se como palavras formando versos semelhantes, numa  linha melódica diferenciada, que fazem toda diferença, aos sentidos a  exemplo do poema de Damien Rice 'É Isso Aí&hellip;'<br />
<br />
Eu não sei parar de te olhar<br />
Não sei parar de te olhar<br />
Não vou parar de te olhar<br />
Eu não me canso de olhar<br />
Não vou parar de te olhar&hellip;<br />
<br />
Haja Nietzsche com seu niilismo e o eterno retorno do mesmo&hellip;</p>
<br />
<a href="http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2452777" rel="external" title="">Ibernise</a><br />
Barcelos (Portugal), 22.08.2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.
<p> </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 22 Aug 2010 10:49:55 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18937/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[De Rosto Nú]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18925/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
É teu privilégio a minha intimidade<br />
Pés descalços e cara lavada&hellip;<br />
Peças atiradas no afã da vontade<br />
Se no banho me despes, e sou amada.<br />
<br />
Nessa pintura sou tela tua<br />
Em que me recrias em pincel <br />
Curioso me descobres em pele nua, <br />
Num abraço, ao teu dispor e revel.<br />
<br />
Me passo em desejos e descobertas<br />
Entregue aos sentidos nas diferenças,<br />
Unidade, que recrias sob as cobertas.<br />
Primitivo laço, sem pudores nem reticências&hellip;<br />
<br />
<br />
Excerto do Poema ' De Rosto Lavado'<br />
<br />
Ancestrais remotos do ser humano, pintavam o rosto e o corpo como ritual de aviso coletivo. Algo explicitamente reconhecido e respeitado. Que significado tem a pintura no corpo? Indicativos de paz, de guerra, de caça. Os indígenas usavam pinturas também em comemorações, num prenúncio de vários tipos de festejos, tais como: casamentos; iniciações; colheitas; nascimentos e tantos outras ocasiões.<br />
<br />
Na contemporaneidade pintar o rosto, exibir tatuagens, trás esta ancestralidade à tona. Um primitivismo, uma necessidade da alma de sempre, de ir além das máscaras sociais, e se mostrar, ou anunciar que quer ser notado de alguma forma, que pertence a uma aldeia, tribo ou lugar que pode ser social ou simplesmente no sentimento do outro.<br />
<br />
As diferentes formas de pinturas são seletivas, dizem mensagens que falam de diferenças e unidades. Amar o diferente é alimentar a curiosidade. E os sentimentos humanos exibem muita fome, muito desejo pela descoberta, a novidade fascina a todos, leva a assumirem riscos para sentir o coração palpitar, o corpo tremer numa eterna busca de complementaridade.<br />
<br />
<br />
Ibernise.<br />
Barcelos (Portugal), 20.08.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.<br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 20 Aug 2010 11:28:19 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18925/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Um Conto Sem Acréscimo]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18876/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Encontrei certa vez uma pessoa que estava tão desiludida que não se sentia mais um humano. Se imaginava noutros mundos, noutras galáxias. Estava mesmo tão só, embora junto a tantas pessoas, tantos entes.<br />
<br />
Imaginei lhe dizer alguma coisa que a sacudisse, que a despertasse, encorajasse. Diria algo do tipo&hellip; Imagine que estamos numa imensa geleira, sem abrigo nem mantimentos, no limite do calor de nossos corpos. Estamos num buraquinho de gelo, cavamos com nossas mãos este pequeno abrigo gelado. Precisamos de um abraço e naturalmente nos abraçamos para nos aquecermos e sobrevivermos alguns segundos, minutos, horas&hellip; Nos abraçamos para além de qualquer tempo. Cada fração de tempo, por minúscula que seja, é existência, e não precisa ser desistência. Devemos acreditar que o calor de um abraço é sempre vida, mesmo em situações extremas. <br />
<br />
Mas não lhe disse nada, apenas seguimos a nos conhecer melhor. Cada dia era mais importante que outro, ela parecia já não precisar daquele abraço. Mas eu passei a depender&hellip; Daquele abraço, e esperei. Até que um dia quando o abraço aconteceu, já não era mais importante abraçar ou ser abraçado. Às vezes acreditar é mais importante do que fazer acontecer.<br />
<br />
<br />
Ibernise.<br />
Barcelos (Portugal), 21.07.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 10 Aug 2010 03:08:33 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18876/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Virtuosas Amizades]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18863/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
<br />
<br />
Uma grande e singular amizade para acontecer precisa de elementos importantes, únicos para as pessoas envolvidas.<br />
<br />
Precisa de algo exclusivo. Exclusividade em uma única vertente do relacionamento. Este algo costuma ser visto como lealdade ao propósito da amizade, não a si mesmo ou ao outro, mas principalmente ser fiel ao significado, a razão de existir da amizade;<br />
<br />
Precisa de alguma coisa que seja inédita, algo no bojo das ofertas recíprocas precisa ser virgem.Virgindade. Alguma coisa casta, pura, sincera, nunca antes oferecida a alguém;<br />
<br />
E finalmente precisa de espelho. Este último caráter é o elemento narcísico, que preserva a vida, que estimula o dia a dia, mantendo os envolvidos motivados e permite a identidade e transferência de experiências importantes vividas anteriormente. Cenas vivenciadas, exponenciais de suas paixões mais recônditas, sonhos e contemplações... Objetos de desejo pelos quais ambos se tornam orgulhosos de se reconhecerem no outro. <br />
<br />
Quando se vêem nas coisas boas sentem uma grande felicidade em serem o que são, em terem se tornado quem são, porque uma grande amizade sempre tem o poder de mudar as pessoas, renová-las. Se vêem, também, nas coisas más e sentem uma grande necessidade de melhorarem para serem alvo da complacência certa do virtuoso ser amado.<br />
<br />
Assim a amizade se põe como uma forma de amor que mais fascina os humanos em suas relações entre si e os animais. A ponto de se sentirem capazes de viverem sem uma grande paixão, mas não conseguirem viver sem pelo menos uma grande amizade.<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 21.07.2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 08 Aug 2010 19:13:28 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18863/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[No Horizonte Daquele Olhar]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18861/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Sonhadora presa no horizonte daquele olhar&hellip;<br />
<br />
Louca de paixão, sentada no píer mais setentrional daquelas paragens olhava o mar lá onde se encontrava com o céu, semi desperta no transe do sonho.<br />
<br />
Seu paraíso particular, azul anil, nuvens aveludadas baixinhas, como se quisesse apanhá-la, deita-la naqueles algodões celestes, emprestando tanta doçura aquela alma imersa na saudade. <br />
<br />
Aqueles olhos não enxergavam a distância, que a separava daquele amor, apenas via o final no espaço aberto&hellip; Num repente estava mais dentro de si, e era maior do que o espaço exterior. Só então entendera a ordem da grandeza que habitava em si, assim sentiu que já não estava só&hellip; <br />
<br />
Batia os pés nas águas cálidas daquela praia tropical&hellip; Sabia que as suas fraquezas a levava a fazer coisas que ela não queria, mas era sempre traída pelo desejo. Só, às vezes, percebia a razão, dominada pela paixão, e quase sempre, já era tarde demais para negar tudo e voltar.<br />
<br />
Sua dúvidas, seus medos, sua própria moral particular, se dissipavam diante da grandeza do seu amor, que a fazia acreditar, e nela tudo se resumia a esta crença.<br />
<br />
Nos seus devaneios, imaginava, tocar aquele corpo, se entregar inteira, sem mistérios&hellip; Sentir aquele jeito lindo de olhar nos olhos despertando sonhos, loucuras de amor.<br />
<br />
Quisera falar para o horizonte daquele olhar: _Esse amor já nada pede, porque já nada falta&hellip; Ah! Quanta mentira&hellip; Sem querer, querendo.<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 13.05.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.<br />
 </p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 08 Aug 2010 19:07:39 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18861/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[A Água Nem Sempre se Vê...]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18821/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
<br />
<br />
Há  orvalho sobre a rosa, <br />
Que me fala de tantos sentimentos<br />
Da mesma  forma que tu <br />
Na simplicidade do teu mundo.<br />
<br />
A tua voz no  silêncio alcança<br />
Os limites do meu coração,<br />
Ultrapassa e se aloja  num doce complemento, <br />
Qual rega do orvalho, na rosa e seu jardim.<br />
<br />
Amo o  orvalho, que ama a rosa,<br />
Que vive no jardim que contemplo,<br />
É quando  te vejo, é como te sinto.<br />
Lá o nosso amor é sempre primavera.<br />
<br />
Ibernise<br />
Barcelos  (Portugal), 06.08.2010<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 06 Aug 2010 01:57:58 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18821/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Máscaras da Emoção]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18820/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Nos  versos que me dizes, pasmo no ritmo da tua lei.<br />
Éramos tudo para  sermos o que somos no depois,<br />
Mas preferimos não sermos nuances do  que já foi...<br />
Quando éramos dois, no intervalar espaço, te esperei.<br />
<br />
Seguimos  em linhas retas, sempre paralelas<br />
Pois sabem que nunca se encontram&hellip;  Vida contrita<br />
Aonde você se chega quando seu olhar me visita.<br />
E  me põe tonta em parafusos, prumos e arruelas,<br />
<br />
Tal máquina  desgovernada que já não se pode reparar.<br />
Somos cérebros coniventes em  passarelas sentidas,<br />
Num mundo de coisas convenientes e reprimidas<br />
Nossas  lágrimas felizes deslizam num clarão estrelar.<br />
<br />
Sem parar para  avaliar bebo cada poção na medida<br />
Que me acende em palcos de dança, e  me agita<br />
Como remédio bom que a minha felicidade excita<br />
Sem a  ponderação mascarada a tanto tempo preterida&hellip;<br />
<br />
Ibernise<br />
Barcelos,  (PT), 24.07.2010<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 05 Aug 2010 15:58:19 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18820/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Brincando de Ser Criança]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18799/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
O  nosso universo se multiplicou ao infinito<br />
Nas probabilidades de cada reencontro.<br />
Entre mares e terras desprezou o mito,<br />
Nutrindo a fé entre a espera e o encontro<br />
<br />
Naquele canto que era apenas um reflexo,<br />
Discutimos desconexos, divagamos no sonho...<br />
Recitando a vida em versos simples e complexos,<br />
Nexo grupal, entendido no sentido que exponho.<br />
<br />
A prosa escondia o que o sentimento queria.<br />
O ritmo do dizeur, emocionava na voz grave,<br />
Rompida por uma intervenção à revelia,<br />
Impedimento num chute a gol, bola na trave...<br />
<br />
Espaço referente que marcou a experiência<br />
Na simplicidade do brinquedo, a criança era adulta.<br />
Na morada humilde&hellip; Daquela parecença,<br />
A grande conquista era só um indulto.<br />
<br />
Ibernise.<br />
Barcelos (Portugal), 26.07.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 01 Aug 2010 15:02:47 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18799/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Meu Reino...]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18531/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Anjo meu<br />
Em nossas noites de amor reinas...<br />
Chama, cada vez mais acesa,<br />
Tem histórias para contar e reviver<br />
Mesmo na saudade de tua presença...<br />
<br />
E cada vez que retornas, o meu reino te dou<br />
Nesse enquanto que consola<br />
Reinado de mais uma noite de amor&hellip;<br />
<br />
Anjo meu...<br />
No teu castelo és o artesão da nossa vida<br />
Rei de privilegiado trato e retrato<br />
Num cenário de sonhos e miragens à janela<br />
Compões nosso poema mais-que-perfeito...<br />
<br />
Entre assobios, versos no teu dia a dia,<br />
Que o arfar do peito não esconde&hellip;<br />
Desfaleço e me apego a ti, indefesa<br />
<br />
Anjo meu...<br />
Áureo colosso que de tantos lugares contemplo...<br />
Num querer que mais cresce,<br />
No prazer deste olhar, que me prende e me encanta, <br />
Numa vontade de ficar mais um instante&hellip;<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 14/06/2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 15 Jun 2010 20:21:36 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18531/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Todos em Órbita…]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18448/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Você olha o céu todos os dias?<br />
Eu vejo o céu  todos os dias&hellip; No céu  esta configuração básica do sistema solar, e  através dela posso entender o universo&hellip;<br />
<br />
O que você vê no céu,  pode não ser o céu mas o seu próprio céu&hellip;<br />
<br />
O meu céu  me  surpreende, o meu céu me move e alimenta.Céu que também  tem sol e as  estrelas o cercam.E os planetas giram em volta dele, também&hellip; E quanto  mais próximos do sol mais rapidamente giram&hellip; É assim que as estrelas  iluminam nosso universo, com seus brilhos viajantes... <br />
<br />
Mas não é  fácil chegar as estrelas, elas são mesmo inacessíveis. A luz delas leva  séculos para chegar até nós&hellip; Estão afastadas, a milhares de anos-luz&hellip;<br />
<br />
Às  vezes me imagino mais próxima ao astro rei. Nestas ocasiões giro tão  rápido que me transporto para outros espaços, envolta naquele calor, do  qual, se eu muito perto me aproximasse, desapareceria&hellip; Mas não quero  estar tão próxima, receber a luz dessa grandiosa estrela já me basta, já  me aquece o suficiente, já me permite viver a vida&hellip;<br />
<br />
Mas há  também a lua&hellip; Ela nos mostra, nos ensina como não ter luz própria e  ainda assim estar iluminado, e iluminar&hellip; Podemos aprender a força das  marés, sempre em vazante e montante... E são tantas fases influenciando  os mares, e energizando nossa vida... <br />
<br />
Prestando atenção nesse  satélite da terra, podemos ver os planetas. Sempre narcisistas como o  ser humano no seu movimento em torno de si mesmo, do seu próprio eixo&hellip;  Rotação. Mas ao mesmo tempo também ensaia seus passos de dança no  movimento de translação, é quando demonstra que sente a presença de  outros elementos do universo e os reverencia&hellip;<br />
<br />
Um desses  movimentos dá origem aos dias e as noites&hellip; Que poderiam ser entendidos  como labor e lazer, transparência e mistério, coragem e medo&hellip; Mas não há  rigor nestes signos, porque a luz do dia, que é dádiva da vida,  necessita também do aconchego da noite, do escuro que se acende no  encontro consigo mesmo&hellip;<br />
<br />
E o outro movimento? Este dá origem as  estações do ano&hellip; Estações&hellip; Cada uma mais propícia ao ciclo existencial,  interagindo com o ecossistema e as relações humanas nas suas mais  diletas emoções. Primavera, verão, outono e inverno. Cada uma delas  guardando a sua beleza e fazendo promessas, que perduram na repetição  deste ciclo perpétuo.<br />
<br />
Numa estação surgem as flores, revigora o  ambiente na beleza e delicadeza da paisagem&hellip; Na outra aquece, madura os  frutos, multiplicando os afetos&hellip; Aquela nos faz ver e sentir, o  significado das folhagens ao chão, uma ansiedade exultante, e  angustiante que anuncia que é hora de colher&hellip; E a seguir o oásis que se  apresenta com o cair das chuvas, lembrando que é novamente tempo de  plantar&hellip;   <br />
<br />
Uma lição e tanto&hellip; Ver as coisas como realmente são,  poderia ser simples, não fora a nossa própria mente, o grande  impedimento. Sempre que  conseguimos romper esta barreira psicológica,  mudamos a nós mesmos e ao mundo.<br />
<br />
Por esses motivos às vezes  quero ser sol, às vezes quero ser lua&hellip; De ti.<br />
<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara  (Goiás/Brasil), 30.05.2010.<br />
Núcleo Temático Educativo.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 30 May 2010 17:15:04 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18448/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Na Fantasia, Há Mar...]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18140/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
Desde sempre vivera na praia&hellip; Correndo sobre grandes tapetes de areia branca. Muito vento assanhando seus cabelos, desde sempre longos e pretos&hellip; O sol ardente, sobre o sal à revelia de cada poro ao longo de sua pele morena.<br />
<br />
Aqui acolá se deparava com falésias&hellip; E nestas ocasiões a alternativa sensata era apreciar as ondas quebrando, numa fanfarra de sons que não paravam de ecoar como se fora a mais linda das canções. E o espetáculo das espumas rompendo o subnível das águas formando bordados no ar, uma tela divinal ora em azul e branco, ora em escala colorida no contraste do sol poente&hellip;<br />
<br />
Foram tantas as vezes que vivera aqueles momentos de encontros mágicos, no silêncio daquele diálogo solitário, entre a alma menina e a alma da mãe natureza, sempre forte, generosa, apoteótica e repetitiva. Pródiga nos seus encantos a ensinar, a falar de ponderação, poder, humildade, partilha, paciência, pureza, leveza&hellip; Virtude e dignidade espraiando-se no ar&hellip;<br />
<br />
Às vezes era aurora, às vezes era sol à pino, às vezes era ocaso&hellip; Às vezes era dia de sol, às vezes era dia de chuva. Maré baixa, maré alta&hellip; A cada dia, nada impedia que aquele diálogo mudo se consumasse. Na alegria ou tristeza, era acolhedor aquele afago entre a fantasia e a realidade, a cada evento a menina crescia e em moça se transformava&hellip;<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 23.05.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sun, 23 May 2010 15:59:18 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/18140/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Ser Apenas Um]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16683/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Percebera  aquele olhar&hellip;<br />
Uma prova de amor<br />
Entendera o sentido explícito,<br />
<br />
De  teor tão simples,<br />
Do ato, pleno, que é amar...<br />
Enfim lhe parecera  encontrar,<br />
<br />
Quem esperara  lhe achar<br />
<br />
E que estivera a  procurar.<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 18.04.2010<br />
Núcleo  Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 27 Apr 2010 10:56:06 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16683/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Tempo ao Tempo]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16666/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Ventos justos  e mares calmos<br />
Para meu amor se sentir pleno,<br />
A natureza, num  toque ameno<br />
Que sua alma inunde em salmo.<br />
<br />
Água fértil, seio da  terra, almo...<br />
Fórmula mágica ao olhar, acena,<br />
Muda o tempo e  retira o veneno<br />
Motivador das idéias, ensalmo,<br />
<br />
Alquimia, chuva  a espera do sol<br />
Se há pranto, que espere o riso<br />
Pois o amo, dele  tanto preciso...<br />
<br />
Meus cuidados, noite e arrebol<br />
Dia de festa  em castelo de vidro<br />
Sonho frágil em um cristal, hidro...<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indira  (Goiás/Brasil), 21.04.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Tue, 20 Apr 2010 22:57:09 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16666/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[As Tribos de Relacionamento Moderno  (Parte II)]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16651/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
<br />
<br />
 Eram humanos, mas preferiram ser Cyberpersons, e se relacionarem numa modalidade muito comum, às modernas tribos de relacionamento, ' o cyberlove'. <br />
<br />
Neste novo formato de amor, poderiam ser livres. Uma ilusão que construíram com requintes de realidade, até o momento que alguém da vida real, invadiu seu mundo, seu cyberworld, e aprisionou suas cyberwords&hellip;<br />
<br />
Ela sentiu as ameaças, e das mudanças climáticas ele ficou refém. Emudeceu nas teclas que avistara, mas não poderá enunciar um último cyberscript. Parecia que nada poderia restabelecer a comunicação. <br />
<br />
Só uma via ficou&hellip; Só a cyberwoman conseguia liberar suas cyberwords. Somente ela, digitava soluços e lamentos de saudades, na busca de restabelecer o que faltava para o entendimento, sem o qual amador e amada estavam a definhar&hellip; <br />
<br />
Quando a falta parecia tomar conta de tudo, se foram as idéias claras e distintas&hellip; Mas ela insistia tentando captar o seu cyberman&hellip; Apesar da ausência de tantas letras, nos textos num contexto criptográfico, a emoção fluíra em cascata. <br />
<br />
A cyberwoman sabia daquele cativeiro súbito, que engolira num só fluxo a liberdade. Mas insistindo em estabelecer novamente o contato, que daria novas cores aquele relacionamento, decide escrever uma carta, ao seu amor refém. Mesmo sem saber, se aquela missiva seria interceptada...<br />
<br />
Meu querido <br />
Parece não poder fazer nada, ou não se importa? Acho que se importa.  'prefiro pensar que você sempre pensa em mim', não apenas quando penso, que desejo que você  pense em mim. Assim nunca esqueço de pensar em você, porque sei que você nunca esquece de pensar em mim&hellip; E nem preciso de apelos poéticos, musicais, como estes 'onde você estiver, não se esqueça de mim&hellip;' <br />
<br />
Onde você estiver não se esqueça que eu&hellip; Eu não consigo deletar você da minha mente, da minha vida, nossa própria vida&hellip; Eu quero apenas estar viva dentro de você, e pensar junto, que sempre pensarmos um no outro.<br />
<br />
Fazer coisas com você, tudo com você, sentir com você, sempre que algo faz falta, ou mesmo quando nada falta. Sempre que um de nós precisa, ou quando inventamos que precisamos somente para estabelecer esta conexão mágica, onde a energia que gastamos é apenas o amor, que nós  geramos, e nós mesmo consumimos. Enquanto ela se faz, ela também nos consome. E neste consumir não nos enfraquece, pelo contrário, nos fortalece&hellip; Amar é super dieta energética.<br />
<br />
 Com isto quero lhe dizer, lembrar, que nosso lance era, e é, só pensamento, mente. Coisas do corpo não nos pertencem. Assim, éramos, somos, afinal, livres para nos relacionarmos com toda grandeza do nosso sentimento e de nossa alma. Por que as nossas mentes são nossos únicos espaços de liberdade.<br />
<br />
No pensamento podemos ser o que quisermos, sem medo de sermos felizes. Um lugar onde ninguém entra ou sai se não permitirmos. Pensei que neste espaço seu e nosso, neste lugar eu e você estivéssemos seguros e poderíamos fazer o amor, numa experiência única com super poderes que só a nós seriam concedidos, apenas pelo mérito de muito amar.<br />
<br />
Não sei onde o invasor encontrou as amarras da sua renúncia, não sequer se abdicamos, sem saber de nossos poderes. Tudo que sei é que nosso espaço  mental, é nosso ninho de colo e aconchego.Ele não comporta reféns por muito tempo, porque se renova, se refaz na criatividade do ser que sendo humano, é sapiens,  fonte inesgotável de criatividade e superação. E por esta via também poderemos afinal alçar nossos vôos, voe alto meu amor, venha me encontrar, já cheguei, já estou aqui&hellip; Em nosso wordside.<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 18.04.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 19 Apr 2010 11:58:56 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16651/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[As Tribos de Relacionamento Moderno (Parte I)]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16650/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
<br />
<br />
Muitas  são as tribos que definem o que é um relacionamento moderno. Ficantes,  Ficantes Fixos, Namoridos&hellip; As demais seqüências são fáceis de imaginar.  Assim como noções de conceitos intermediários&hellip;<br />
<br />
Na  contemporaneidade, o advento do celular, concedeu mais facilidades nas  etapas que vão da busca ao encontro de novos parceiros (as). As coisas  acontecem numa velocidade incrível. As relações que definem se haverá ou  não ato sexual na parada (após a balada, jantar, restaurante,  cinema,etc), assumiram determinados padrões de comportamento, que  permite aos envolvidos saírem de casa sabendo exatamente o que vai  rolar, e com quem vai rolar&hellip;<br />
<br />
Quando antes era necessário, assumir  casos, amantes fixas(os), casar diante de uma gravidez indesejada&hellip; Hoje  quase nada tem conotação de permanência, expectativa temporal  prolongada, compromisso visando a sobrevivência, constituição de  família, etc.<br />
<br />
Agora são raros, os recadinhos, músicas oferecidas,  bilhetinhos em guardanapos, correio elegante de mesa em mesa, até que  olhares e sorrisos se encontrassem&hellip;  Ainda assim, 'ir as vias de fato'  naquela noitada ainda não seria uma certeza. Em compensação um torpedo  via celular, garante o mapa da mina, ou de mais de uma 'mina'&hellip; <br />
<br />
As  tribos de relacionamentos assumem a permanência no modo de ser, na  identidade dos envolvidos, nos objetivos que buscam na relação, mas não  se pautam na relação duradoura, estável, participante nas lides da vida.  O tempo longo ou exíguo, para se conhecerem e reconhecerem, deixou de  ser preocupação. Mas curtir, ser feliz, é o cerne da motivação para  definir se vai haver ou não 'pegada'.E o descarte das pessoas é certo,  porque não se interessam em se conhecerem por dentro...<br />
<br />
Nesta  frivolidade, normalmente cria-se um ciclo vicioso, no qual as pessoas  que buscam um relacionamento mais verdadeiro e duradouro, nos moldes  convencionais, acabam por passarem batidos, perdendo o grande amor de  suas vidas, por não reconhecerem quem seria quem naquele 'pedaço'.<br />
<br />
Assim  qualquer que seja a tribo que as pessoas estejam aderindo, devem ter   como princípio procurar ou ser encontrada(o) pela sua alma gêmea, que  apreciará uma noite com ou sem transa, naquele momento básico em que  cada um (uma), precisa se sentir que não está sozinho(a). Precisa sentir  amor, paixão, ciúmes e sentir um desejo incomensurável de que tudo isso  junto, seja afinal, para sempre&hellip; Ainda que isto seja quase  impossível... É muito bom acreditar neste sonho, e por ele lutar, dia a  dia...<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 18.04.2010.<br />
Núcleo  Temático Romântico.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 19 Apr 2010 11:37:45 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16650/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Presente Lembrança]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16642/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Na tua presença, a minha palavra. <br />
É o que tenho, neste presente, <br />
Que já não é presente. <br />
Esperando que em tua presença fique...<br />
<br />
Naquilo que apresente, seja eu...<br />
E me reconheças em oferta,<br />
Brinde de sentimento,<br />
E comemores, significante ente&hellip;</p>
<p><br />
Ficante signo...<br />
Se não estás presente, falo...<br />
Reclamo-te<br />
Por não estares em tempo atual,<br />
Integral... Mas permaneces<br />
Por in_certo momento<br />
A cada presente permanente<br />
Sendo, afinal, meu maior presente,<br />
Dádiva, mimo, oferenda&hellip;<br />
Nesta presente lembrança<br />
De minhas&hellip; Recordações. <br />
<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil), 17.04.2010.<br />
Núcleo Temático Romântico.<br />
<br />
JOGO LINGUÍSTICO INTERATIVO - Citações e mais&hellip;<br />
<br />
Significante é...<br />
Que significa; significativo. Lingüística Imagem acústica ou  manifestação fônica do signo lingüístico.<br />
Ficante é&hellip;<br />
'in' é&hellip;<br />
'sig' é&hellip;<br />
<br />
Nenhum gesto de amizade, por muito insignificante que seja, é  desperdiçado.<br />
Esopo<br />
<br />
Lamentar uma dor passada, no presente, / é criar outra dor e sofrer  novamente.<br />
William Shakespeare<br />
<br />
O revolucionário deve sempre ser integral. Ele deverá trabalhar todas as  horas, todos os minutos de sua vida, com um interesse sempre renovado e  sempre crescente. Esta é uma qualidade fundamental.<br />
Che Guevara</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 17 Apr 2010 17:00:08 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16642/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[De Cima, o Olhar... (Feliz Páscoa!)]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16540/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Quando olhar de cima para baixo, <br />
Que o seja para levantar alguém.<br />
Para ajudar a erguer, dê o passo<br />
Primeiro, não espere por ninguém... <br />
<br />
Oferte a mão, na energia de quem,<br />
Recebe seu olhar como um abraço. <br />
Quando olhar de cima para baixo, <br />
Que o seja para levantar alguém.<br />
<br />
Ofereça o lenço, é solidário laço...<br />
Diga que estará próximo, vá além...<br />
Seque a lágrima, ilumine o espaço,<br />
Veja no outro um irmão, também, <br />
Quando olhar de cima para baixo...<br />
<br />
Ibernise. <br />
Indiara(GO), 20.03.2008.<br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610  de 19.02.1998.</p>
<p>Republicado</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 02 Apr 2010 08:35:19 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16540/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Via de Luz]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16539/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Acompanhe as estações da via<br />
Na qual Jesus carregou a sua Cruz.<br />
Em cada passada Ele mais sofria<br />
Deixando exemplos de muita luz.<br />
<br />
Milagres no toque da túnica, a cura...<br />
Três quedas, a ajuda, na toalha alva<br />
Marca do sofrimento, a sangue puro,<br />
Imagem da fé que ressuscita e salva...<br />
<br />
Nos passos de Cristo marcas, amor,<br />
Fraternidade, humildade e verdade...<br />
Nosso Pai com a própria vida e dor<br />
Legou o perdão a toda cristandade.<br />
<br />
Ibernise.<br />
Indiara(GO), 20.03.2008.<br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.</p>
<p>Republicado</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 02 Apr 2010 08:32:56 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16539/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[A Festa Não Pode Acabar]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16538/]]></link>
	<description><![CDATA[<p><br />
<br />
Quando Jesus fez o milagre nas Bodas de Caná, ele transformou água em  vinho. Fez isso para atender ao pedido de uma mulher, Sua mãe. Fez isso  numa demonstração simples de que a festa, a alegria não deveria acabar. E  para isso usou a água da importante cerimônia da purificação, uma água  especial, para um ritual tradicional. <br />
<br />
Tudo isso para que a alegria não fosse interrompida, para que a festa  não acabasse. Vivamos nesta páscoa uma imensa alegria. A alegria de  reacender a nossa chama, a chama da Divina Graça, para que adocemos  nossos corações, não só com chocolates e presentes...<br />
<br />
O melhor doce é o da consciência do bem servir na ação de fraternidade,  para que esta festa continue... Que o Domingo de Páscoa seja &ldquo;a festa&rdquo; e  que ela possa se perpetuar com a presença de Cristo Jesus, e Seus  exemplos de amor, no exercício de ser verdadeiramente cristão.<br />
<br />
Que este refletir lhe permita descobrir quantos momentos lindos ainda  tem para viver... E vivendo, também terá muitos erros para cometer e com  eles aprender. Contemple a natureza no seu cerne, capte toda sua  energia, de beleza, de paz e luz... Dádivas de Deus. <br />
<br />
Ele vai lhe abraçar e ajudá-lo de novo, e de novo a refletir, a  decidir... Acerte e erre, à sua maneira, tenha consciência de que fez, o  melhor, que deu o seu esforço maior. Este é o estado da alma em que  Deus sussurra aos nossos ouvidos e fala aos nossos corações. <br />
<br />
Ele vai fazer você se encontrar e se surpreender, com todas as pedras  preciosas que guarda em seu coração. Não importa quantas, por puro  engano, você tenha jogado fora. Seu coração na via Lux é uma mina de  preciosidades. Desfrute. Você tem o direito de ser feliz. <br />
<br />
Prospere, prospere nos dons do Espírito Santo, e sua sagrada flama, e  receba as promessas divinas. Lembre-se de quem você é... Um ser igual e  grandioso, ao olhos do Pai, Sua imagem e semelhança. Então curta...  Curta as flores, os pássaros, o verde, as crianças, a família, seu  trabalho... E agradeça... <br />
<br />
Sorria dos seus problemas pois eles o fortalecerão e o guiarão  consolidando a sua fé e o encontro com Ele. É preciso encontrar tempo  para estar em contato, com o Pai Eterno... Ouvi-Lo e sentir Sua presença  no cotidiano de nossas vidas.<br />
<br />
Que todos tenham uma Páscoa especial com muito amor e paz.<br />
<br />
Ibernise. <br />
Indiara(GO), 20.03.2008.<br />
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.</p>
<p>Republicado.</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 02 Apr 2010 08:25:37 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16538/]]></guid></item>
<item>
	<title><![CDATA[Paixão Lúdica]]></title>
	<link><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16506/]]></link>
	<description><![CDATA[<p>Paixão Lúdica<br />
<br />
<br />
<br />
A  música  ensina o homem<br />
A fechar os olhos para ver melhor...<br />
No ritmo do  meu desejo<br />
Tu és minha canção, maior&hellip;<br />
És do meu amor,<br />
O mais  belo estribilho de louvor,<br />
Ato pleno de receber&hellip;<br />
<br />
És minha  hegemonia na entrega...<br />
Como é fatal a corrida do rio para o mar,<br />
Assim  deslizo lânguida para te encontrar,<br />
Meu mar, sempre pronto a me  receber,<br />
Que em horizontes vejo a me esperar.<br />
<br />
Mas o tempo  perdeu a sincronia<br />
Nos jogos de seu caminhar<br />
E nos remeteu a  agonia<br />
Deste sonho doce, deste eterno contemplar.<br />
<br />
Perfil  encantado ao longe<br />
Que o momento se esqueceu de presentear<br />
No teu  colo onde me encanto, e me escondes,<br />
Peito aberto num tristonho  ciciar&hellip;<br />
<br />
<br />
Ibernise<br />
Indiara (Goiás/Brasil) 29.03.2010<br />
Núcleo  Temático Romântico.</p>
<p> </p>
<p><br>cortesia de <a href="http://www.letras.com.br"target="_blank">www.letras.com.br</a></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Mon, 29 Mar 2010 11:47:40 WEST]]></pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://www.ibernise.com/blog/16506/]]></guid></item>
     </channel>
</rss>