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Na farmácia:- Dê-me se faz favor ácido acetilsalicílico DCI excipiente C S.
- Oiça,isso é uma vulgar aspirina!
- É que nunca me lembro do nome.
Quem me linka
Cultura de Raíz - 09Fev2012 06:52:31
Lusofonia... Mil povos em um.Saga de fundações e origens,
Linguagem de sentido, algum,
Em razão de éticas vertigens.
Ibernise.
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/26077/
ESCRITOR DE RENOME INTERNACIONAL HOMENAGEIA ISAURA THEODORO - 09Fev2012 06:52:31

O escritor e pianista de renome internacional Marcelo Moraes Caetano homenageou a escritora Isaura Theodoro e a cidade onde ela mora, Cachoeiro de Itapemirim, com um soneto de sua lavra intitulado “Cachoeiras de poesia”. (abaixo)
O soneto será parte integrante do próximo livro de Marcelo, que representou a escritora na solenidade de entrega de Comendas Internacionais promovida pela Academia Francesa de Artes, Ciências e Letras. Marcelo é escritor, pianista clássico, jornalista, professor, filólogo e tradutor. Professor de Literatura, Português, Inglês, Francês e Alemão. Tem 12 livros publicados. Seu último livro “Prudência, Trabalho, Arte ou Cemitério de Centauros” traz resenhas e comentários de importantes figuras literárias e intelectuais, como Arnaldo Niskier, Raquel de Queirós, Marcos Almir Madeira, Lêdo Ivo. Tem obras publicadas em outros idiomas, como: - Wittgenstein und Gebrauch (CIFEFIL-UERJ, 2000); - A Clara de Ovo (7 Letras, 2003); - A Humanidade na Arca de Noé: tempos paralelos que se encontram na paz (Vivali, 2005); - Romances de Entressafra: um estudo de anatomia do amor platônico (Vivali, 2005); - Solidariedade-Solidarity-Solidarité (UNESCO-ABL, 2005, tradução para o inglês de Bettina Dungs e para o francês de Michelle Pistolesi); e - Educação (UNESCO-ABL, 2006). Em 2005, foi um dos vencedores, entre mais de 13.000 concorrentes, do prêmio instituído pela UNESCO (ONU), Academia Brasileira de Letras e pelo jornal de educação Folha Dirigida, tendo seu texto publicado em edição comemorativa trilíngüe, e participado de eventos de lançamento no Rio (ABL) e em Paris (sede mundial da UNESCO). Em 2006, foi, pela segunda vez consecutiva, dessa vez concorrendo entre mais de 60.000 candidatos, premiado com a distinção literária da ONU-UNESCO-ABL, tendo, novamente, seu texto traduzido para o inglês e o francês, e distribuído em todas as bibliotecas da ONU, em mais de 190 países, além de participar, mais uma vez, dos lançamentos da obra no Rio e em Paris. Na área Musical, como pianista clássico, recebeu prêmios em concursos no Brasil e no exterior: aos 15 anos de idade, foi um dos vencedores do Concurso Internacional Ciudad de Cordobao; 1º lugar no Concurso Sul-Americano Guiomar Novaes (SP); o 1º lugar no Concurso Nacional Clóvis Salgado-UFMG (BH). Recentemente, gravou seu primeiro CD, com obras de Liszt e Schumann, que recebeu críticas elogiosas em revistas, jornais, sites. http://recantodasletras.uol.com.br/sonetos/1731425 http://www.gostodeler.com.br/materia/9618/cachoeiras_de_poesia.html http://www.gostodeler.com.br/curriculo/539/Marcelo_Caetano.html Cachoeiras de poesia (Para a grande escritora, política e humanista Isaura Theodoro, recentemente laureada com a mais alta insígnia da Academie Française des Arts, Sciences et Lettres, em cerimônias solenes em Paris e no Rio de Janeiro.) Eu gosto das palavras com aroma de orvalho, de todas as que escorrem pelas folhas pequenas; se, no início, vêm poucas, em seguida, às dezenas, entre o céu e a terra, constelações e atalhos... Eu gosto mesmo das palavras, doces fluidos, as que transformam a paisagem em delírio, palavras que aos olhos exaustos são colírio, palavras que perdoam pecados e descuidos... Palavras que deságuam nas cachoeiras da vida, e nessas mesmas cachoeiras brotam flores, e nessas mesmas flores fazem pirueta... Eu amo a palavra da lei, como também a proibida, que ser poeta é transgredir legalmente os sabores onde as palavras mostram suas almas de borboleta. Autor: Marcelo Moraes Caetano
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/14067/
ISAURA THEODORO no 6º Congresso Nacional da Força Sindical - 09Fev2012 06:52:31

ISAURA THEODORO e o Presidente Nacional da FORÇA SINDICAL, o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva.
BRASIL - A escritora, humanista e sindicalista ISAURA THEODORO participou do 6º Congresso Nacional da Força Sindical que se realizou nos últimos dias 29,30 e 31, no balneário de Praia Grande-SP, e que contou com a participação de quatro mil dirigentes sindicais dos 27 estados brasileiros.
A FORÇA SINDICAL é a maior Central Sindical do Brasil em termos de trabalhadores filiados, e é ligada à CSI - Central Sindical Internacional.
ISAURA participou como delegada, representando o estado do ES. A delegação do estado propôs algumas moções e teve êxito. Foi aprovada a inclusão do SINDIMOTOS-Sindicato dos Motociclistas Profissionais do ES na Secretaria de Transportes recém criada pela Força, com direito a representação na Secretaria.
Foi aprovada também a inclusão de representantes do estado nas Secretaria Nacionais da FORÇA.
ISAURA THEODORO participou ainda do ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES, que debateu e teve êxito na reivindicação da inclusão da cota de gênero nas Secretarias da FS.
O atual presidente, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidiu a chapa única, que tem ainda como secretário-geral João Carlos Gonçalves, Juruna, tesoureiro Luiz Carlos Mota e, secretário de Relações Sindicais, Geraldino dos Santos.
Segundo o presidente reeleito, a primeira iniciativa da nova diretoria da Força Sindical será a deflagração da campanha nacional pela jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial.
Para tanto, contará com o apoio das outras centrais, CTB, CUT, CGTB, UGT e Nova Central.
Durante o 6º Congresso foram debatidos temas como: redução da jornada, fortalecimento da Central, unidade das centrais sindicais, constituição do secretariado nacional, campanhas salariais unificadas, campanha de sindicalização, qualificação profissional e trabalho decente, entre outros.
ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DA FORÇA SINDICAL
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/14014/
ISAURA THEODORO no 6º Congresso Nacional da Força Sindical - 09Fev2012 06:52:31

ISAURA THEODORO e o Presidente Nacional da FORÇA SINDICAL, o Deputado Federal Paulo Pereira da Silva.
BRASIL - A escritora, humanista e sindicalista ISAURA THEODORO participou do 6º Congresso Nacional da Força Sindical que se realizou nos últimos dias 29,30 e 31, no balneário de Praia Grande-SP, e que contou com a participação de quatro mil dirigentes sindicais dos 27 estados brasileiros.
A FORÇA SINDICAL é a maior Central Sindical do Brasil em termos de trabalhadores filiados, e é ligada à CSI - Central Sindical Internacional.
ISAURA participou como delegada, representando o estado do ES. A delegação do estado propôs algumas moções e teve êxito. Foi aprovada a inclusão do SINDIMOTOS-Sindicato dos Motociclistas Profissionais do ES na Secretaria de Transportes recém criada pela Força, com direito a representação na Secretaria.
Foi aprovada também a inclusão de representantes do estado nas Secretaria Nacionais da FORÇA.
ISAURA THEODORO participou ainda do ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES, que debateu e teve êxito na reivindicação da inclusão da cota de gênero nas Secretarias da FS.
O atual presidente, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidiu a chapa única, que tem ainda como secretário-geral João Carlos Gonçalves, Juruna, tesoureiro Luiz Carlos Mota e, secretário de Relações Sindicais, Geraldino dos Santos.
Segundo o presidente reeleito, a primeira iniciativa da nova diretoria da Força Sindical será a deflagração da campanha nacional pela jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial.
Para tanto, contará com o apoio das outras centrais, CTB, CUT, CGTB, UGT e Nova Central.
Durante o 6º Congresso foram debatidos temas como: redução da jornada, fortalecimento da Central, unidade das centrais sindicais, constituição do secretariado nacional, campanhas salariais unificadas, campanha de sindicalização, qualificação profissional e trabalho decente, entre outros.
ENCONTRO NACIONAL DE MULHERES DA FORÇA SINDICAL
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/14015/
PARAFRASEANDO GÊNESIS - 09Fev2012 06:52:31

(imagem colhida na Internet. Os créditos aos seu criador)
PARAFRASEANDO GÊNESIS
No início era o nada.
E veio a inspiração Divina:
Do nada Ele fez o tudo,
e o tudo lhe pareceu pouco.
O infinito...
O firmamento...
O sol, a lua e as estrelas.
Os mares... os lagos e os rios.
Pison, Ghion, Tigre e Eufrates,
nascidos do rio-mãe,
que regava a estância agradável,
parte da Obra das obras,
do Arquiteto do Universo.
O dia, a noite...
As florestas,
as flores, todas as cores.
A brisa, as gotas de orvalho.
Os animais da terra,
do céu e do mar.
Dimensões e matérias diferentes.
Demonstrando a proporção
das obras do Criador.
E naquele jardim de delícias,
Ele resolveu enfim, mostrar a sua superação,
e um outro Ser introduzir.
De inteligência, de alma e de fé, o proveria;
E Só não lhe permitiria
provar do fruto proibido.
E, superação das superações,
deu-lhe uma companheira.
Extraída de parte sua,
para serem imaculados,
vivendo no sítio aprazível
em harmonia eterna.
Mas veio a desobediência,
a vergonha,
a expulsão e o medo.
E Homem e Mulher, revestidos de pecado,
se entreolham,
e percebem que se despiram da inocência
e estavam nus.
Teriam que caminhar juntos,
sujeitar-se ao trabalho,
à dúvida, ao sofrimento,
tendo como compromisso
a perpetuação da espécie,
e como busca constante a felicidade,
e a salvação da alma,
pela remissão dos seus pecados.
Isaura Theodoro - Academia Cachoeirense de Letras
Traduzir este texto em Google (Ferramenta de idiomas
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/13876/
Poesia - CREPÚSCULO - 09Fev2012 06:52:31
CREPÚSCULO:
Hora de terminar a lida
Levar o corpo ao repouso
Ao lazer, ao amor.
Hora de acordar fantasmas,
Aumentar inquietudes
De quem vive em solidão.
Preparar-se para a morte,
Pois com o sono se morre
Ou se revigora pra vida?
Copyrigth by Isaura Theodoro - Brasil
Academia Cachoeirense de Letras
E-mail: isauratheodoro@hotmail.com
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/13840/
Nova Águia na Biblioteca Mun. Barcelos - 09Fev2012 06:52:31
Como é sabido, a revista *A Águia* foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.
Tal como n' *A Águia*, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do segundo número, que agora lançamos, é "*António Vieira e o Futuro da Lusofonia*". Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, Aníbal Pinto de Castro, António Paim, António Telmo, Arnaldo do Espírito Santo, Carlos H. do C. Silva, Jean-Yves Leloup, Manuel Ferreira Patrício e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.
Para além disso, neste primeiro número poderá ainda encontrar uma série de outros textos, sobre outras temáticas, conforme o nosso índice:
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/12266/
02MAR2009 - 21h30 - 09Fev2012 06:52:31
Apresentação da Revista Nova águia e do MIL-Movimento Internacional Lusofono em Barcelos
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/11471/
Um Volt - 09Fev2012 06:52:31
Parabéns a um mestre da lusofonia.
Que seja!...
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/11165/
TRABALHO, HONRA E REPRESENTAÇÃO* - 09Fev2012 06:52:31
Fico às vezes a pensar
O que se pode imaginar
Do homem trabalhador...
Não tem trabalho, doutor!
Sem o trabalho e a justiça
Lenta que nem preguiça,
Vai como água no rodo
Sem garantia de acordo...
Com a garantia em queda
Só o indulto é que resta
Mas dá para acreditar?
Ou vale a pena tentar?
O homem sem ocupação
Resistirá e lutará pelo pão...
Como há dívida social
Sairia da crise, no mal...
No campo, tantos talentos
Sem abrigo, jogados ao vento,
Preterida luta, se deflagra...
Como colher esta safra?
Há tanta crise e corrupção
Não dá para pedir perdão...
Aos cargos não se diz não...
E se ninguém os aceitasse?
Se ninguém mais governasse?
ELES saberiam o que fazer?
Nomes haveriam de aparecer?
Quantos NÓS poderíamos ser?
As relações sociais estão em crise na sociedade contemporânea. As garantias constitucionais não conseguem atingir a todos. A representatividade política das classes minoritárias também está em crise. Nesse estado de coisas, a cidadania não significa a igualdade. Na crise e sem trabalho, não se tem honra... Esfacela-se teoricamente a capacidade do enfrentamento constituido (constitucionalizado). O poder democrático foi originalmente idealizado por Montesquieu (1689-1755) em "O Espírito das Leis", clássico da Filosofia Política. Neste escritos este pensador analisa as inter-relações entre as estruturas sociais e políticas, a religião, a economia e outros elementos da vida social, colocando estas questões no contexto do poder da representatividade institucionalizada. Este filósofo é considerado significante precursor da análise sociológica. Sua teoria se opõe a Hobbes (O homem é o lobo do homem). Montesquieu reflete a sua própria classe, a aristocracia liberal. Não a apoia na idéia do povo no poder, no entanto sua crítica influenciou o desencadear da Revolução Francesa e instaurar a República burguesa, que é o povo no poder... Já foi um começo...
Ibernise .
Indiara (GO),21.11.2006.
*Núcleo Temático Filosófico.
Obra Protegida_D.A. Reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/10878/
SOBRE MIL " O MOVIMENTO"... - 09Fev2012 06:52:31
LUSOFONIA UMA NAÇÃO: IDÉIA HISTÓRICA DE LONGA DURAÇÃO
Lusofonia como sinônimo de uma grande nação... A noção de nação extrapola o significado de pátria e mais a reforça, porque a nação é uma pátria que conseguiu ultrapassar suas próprias fronteiras, éticas e regimentais, estruturando-se num veio comum de gênese cultural. Neste caso a motivação para tão forte poder agregante, de união, é a Língua Portuguesa. Diante desta idéia inicial, se torna fácil entender a grandiosidade deste manifesto cultural M.I.L* ( Movimento Lusófono Internacional),suas idéias fundantes** e a rapidez fantática de seu crescimento***.
O Movimento Internacional Lusófono (M.I.L) se espelha nas palavras de Agostinho da Silva, cidadão luso-brasileiro. Seu pensamento inspirou o M. I. L. Enquanto fundante da proposta de reorganização de Portugal e do mundo lusófono. Documento que redigiu em 1974: “A comunidade a que o propomos é o Povo não realizado que actualmente habita Portugal, a Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique,Macau, Timor, e vive, como emigrante ou exilado, da Rússia ao Chile, do Canadá à Austrália” –
“Proposição”, in Dispersos, Lisboa, ICALP, 1989, p. 617.
À tais ideais e iniciativas se coloca a necessidade de entendermos de forma mais apurada a “Lusofonia” na modernidade.
A “Lusofonia” como classificação que reúne todos aqueles que falam uma forma ou variante da língua portuguesa, é descrição, que não esgota o significado da palavra pela pura interpretação etimológica do termo. Isto porque cada palavra tem uma alma própria inserida em cada contexto que lhe confere significado.No manifesto M.I.L se percebe que a alma da palavra “Lusofonia” extravasa em muito o seu simples valor enciclopédico.
Conforme este extrato, recorte do artigo: O que é a “Lusofonia”? (Publicado em www.novaaguia.blogspot.com /Agosto 29, 2008 por Clavis Prophetarum ), a Lusofonia e o seu espaço não se esgotam nos oito países membros da CPLP. Existem ainda lusófonos em locais tão diversos como Goa, Malaca, Flores e na nossa muito próxima geográfica e emocionalmente, irmã Galiza. É esta dispersão que nos deve levar a encarar a Lusofonia como uma “herança” dos povos que comungam a língua portuguesa, mas como uma promessa de futuro. Diante desses fatos relevantes, é impossível separar a Lusofonia da inclinação messiânica patente na mentalidade portuguesa. ”
Segundo as Declarações dos Princípios da MIL ... “240 milhões de falantes da Língua Portuguesa em todo o mundo constituem uma comunidade histórico-cultural com identidade, vocação e potencialidade singular, a de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre os diferentes povos, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária.“
Esta abrangência entre iguais concretiza, na prática, a idéia de uma grande nação lusófona, que dispersada no planeta Terra, se mantém unida. Tal agrupamento carece de manutenção e defesa, enquanto uma grande idéia de representatividade, que se pronuncia ao mundo, uníssona:" A Lingua Portuguesa".
A idéia de representatividade é abstrata embora institucionalmente adquira concretude. A maior e mais grandiosa, e concreta, idéia de representatividade é a religiosa. Todos os devotos de quaisquer religião acreditam nos seus respectivos representantes como se, em pessoa, eles fossem a personagem a quem representam. Seja Jesus Cristo, Buda, Alá, etc. São nações que se formaram a partir de uma idéia de representação.
O mesmo acontece com a pátria constituída. A Constituição, é um conjunto de idéias para serem operacionalizadas na prática por um representante maior... Daí em diante todos se mobilizam em função desta representatividade. Todos a respeitam. Em nome dela constroe, e em sua defesa lutam e morrem...Tudo em nome da idéia de representação.
No caso do manifesto que origina o M.I.L , está a ser construído este sentimento nacional, que já existe mas está disperso, no ostracismo da falta de mobilização cívica e cultural. É esta a idéia de base, que se tornará mais concreta à medida que a organização for crescendo. O M.I.L é movimento de paz, de união e universalidade.
Assim, a lusofonia está contida na idéia de dispersão, diáspora portuguesa e ao mesmo tempo como uma idéia de história, de longa duração, que se aglutinou, resistiu... Conservou-se e ao mesmo tempo se multiplicou, assumindo e realçando assim, na prática cultural, a sua força de coesão.
*MIL O que é?
Nota de apresentação: O MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO é um movimento cultural e cívico recentemente criado, em associação com a NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI, projecto que conta já com cerca de sete centenas de adesões, de todos os países lusófonos.
**
Da Constituição e Adesão
A Comissão Coordenadora é presidida pelo Professor Doutor Paulo Borges (Universidade de Lisboa), Presidente da Associação Agostinho da Silva (sede do MIL).
A lista de adesões é pública – como se pode confirmar publicamente (www.novaaguia.blogspot.com), são pessoas das mais diversas orientações culturais, políticas e religiosas, pessoas dos mais diferentes locais do país e de fora dele.
*** Endereços:
MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
www.movimentolusofono.org
Blogue associado: NOVA ÁGUIA: O BLOGUE DA LUSOFONIA (
novaaguia.blogspot.com
SEDE: ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA (Rua do Jasmim, 11, 2º – 1200-228 Lisboa; E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt; Tel.: 21 3422783 / 96 7044286;
www.agostinhodasilva.pt
www.agostinhodasilva.blogtok.com
NIF: 503488488; NIB: 0033 0000 2238 0019 8497
:: INTRO::
Declaração de Princípios e Objectivos Do M.I.L
O presente texto condensa e concretiza as propostas do Manifesto da Revista “Nova Águia” (novaaguia.blogspot.com) , órgão do M. I. L. Aqui se apresenta um ponto de partida, objecto de consenso entre os promotores do Movimento, destinado a ser aperfeiçoado mediante todas as críticas e sugestões, que solicitamos e agradecemos.
Ao apresentá-lo, fazemos nossas as palavras de Agostinho da Silva, cidadão luso-brasileiro cujo pensamento inspira o M. I. L., na proposta de reorganização de Portugal e do mundo lusófono que redigiu em 1974: “A comunidade a que o propomos é o Povo não realizado que actualmente habita Portugal, a Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, o Brasil, Angola, Moçambique,Macau, Timor, e vive, como emigrante ou exilado, da Rússia ao Chile, do Canadá à Austrália” –
“Proposição”, in Dispersos, Lisboa, ICALP, 1989, p. 617.
1 – O Movimento Internacional Lusófono é um movimento cultural e cívico que visa mobilizar a sociedade civil para repensar e debater amplamente o sentido e o destino de Portugal e da Comunidade Lusófona.
2 - As nações e os 240 milhões de falantes da Língua Portuguesa em todo o mundo constituem uma comunidade histórico-cultural com uma identidade, vocação e potencialidade singular, a de estabelecer pontes, mediações e diálogos entre os diferentes povos, culturas, civilizações e religiões, promovendo uma cultura da paz, da compreensão, da fraternidade e do universalismo à escala planetária.
3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos.
4 – As pátrias e os cidadãos lusófonos devem cultivar esta consciência da sua vocação, aproximar-se e assumir-se como uma comunidade fraterna, uma frátria, aberta a todo o mundo. A comunidade lusófona deve assumir-se como uma comunidade alternativa mundial – uma pátria-mátria-frátria do espírito, a “ideia a difundir pelo mundo” de que falou Agostinho da Silva – que veicule ideias, valores e práticas tão universais e benéficas que todos os cidadãos do mundo nelas se possam reconhecer, independentemente das suas nacionalidades, línguas, culturas,religiões e ideologias. A comunidade lusófona deve assumir-se sempre na primeira linha da expansão da consciência, da luta por uma sociedade mais justa, da defesa dos valores humanos fundamentais e das causas humanitárias, da sensibilização da comunidade internacional para todas as formas de violação dos direitos humanos e dos seres vivos e do apoio concreto a todas as populações em dificuldades. Para que isso seja possível, cada nação lusófona deve começar por ser exemplo desses valores.
5 – A identidade e vocação histórico-cultural da comunidade lusófona terá expressão natural na União Lusófona, a qual, pelo aprofundamento das potencialidades da actual Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, constituirá uma força alternativa mundial, a nível cultural, social, político e económico. Sem afectar a soberania dos estados e regiões nela incluídos, mas antes reforçando-a, a União Lusófona será um espaço privilegiado de interacção e solidariedade entre eles que potenciará também a afirmação de cada um nas respectivas áreas de influência e no mundo. Ou seja, no contexto da União Lusófona, a Galiza e Portugal aumentarão a sua influência ibérica e europeia,Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola e Moçambique, a sua influência africana, o Brasil a sua influência no continente americano e Timor a sua influência asiática, sendo ao mesmo tempo acrescida a presença de cada um nas áreas de influência dos demais e no mundo. Sem esquecer Goa, Damão, Diu, Macau, todos os lugares onde se fale Português e onde a nossa diáspora esteja presente, os quais, embora integrados noutros estados, serão núcleos de irradiação cultural da União Lusófona.
6 - No que respeita a Portugal e à Galiza, este projecto será assumido em simultâneo com o estreitamento de relações culturais com as comunidades autónomas de Espanha, promovendo aí a cultura galaico-portuguesa e contrabalançar a influência espanhola em Portugal. O mesmo deve acontecer entre o Brasil e os países da América do Sul. Galiza, Portugal e Brasil, bem como as demais nações de língua portuguesa, devem afirmar sem complexos os valores lusófonos nas suas respectivas áreas de influência.
7 – A construção da União Lusófona, com os seus valores próprios, exige sociedades mais conscientes, livres e justas nos estados e regiões lusófonos. Em cada um desses estados e regiões, cabe às secções locais do Movimento Internacional Lusófono, dentro destes princípios essenciais e em coordenação com as dos restantes estados e regiões, apresentar e divulgar propostas concretas, adequadas a cada situação particular, pelos meios de intervenção cultural, social, cívica e política que forem mais oportunos.
***
No que respeita a Portugal, a secção portuguesa do Movimento Internacional Lusófono considera fundamentais as seguintes medidas:
I – Promover uma maior participação dos cidadãos na vida pública e política,nomeadamente em torno de um grande projecto para Portugal como o da UniãoLusófona, que os convoque para uma causa que transcende o imediatismo, o economicismo e os interesses dos partidos e dos grupos em luta pelo poder. Mobilizar os cidadãos indiferentes e descrentes da vida política, a enorme percentagem de abstencionistas e todos aqueles que se limitam a votar, para a responsabilidade de discutirem e criarem o melhor destino a dar à nação.
II - Sensibilizar os cidadãos e as instituições públicas e privadas para a importância e vantagens do projecto da União Lusófona, a nível cultural, social, político e económico. Promover a discussão pública desta proposta e uma cultura da consciência lusófona e universalista que enriqueça a nossa própria integração na União Europeia, tornando-nos parceiros activos na abertura da consciênciaeuropeia à cultura planetária.
III - Promover para esse fim formas alternativas de intervenção cultural, social e cívica, que permitam antecipar quanto possível a realidade desejada, sem depender dos poderes instituídos, dentro dos quadros democráticos e legais. Sem rejeitar os habituais meios de intervenção política, o Movimento Internacional Lusófono apela à e apoia a constituição de grupos cívicos ou confrarias laicas que sejam núcleos de discussão, divulgação e realização deste projecto, em Portugal e em todo o espaço lusófono, incluindo a emigração.
IV – Libertar a nossa vida mental, social e política da actual mediocridade, estagnação e submissão a interesses particularistas, partidários e dos grupos económicos, repondo-a ao serviço da cultura e de uma ética do bem comum.
V – Regenerar a democracia em Portugal, reformando o estado segundo modelos que fomentem a ampla participação política da sociedade civil. Recuperar a tradição municipalista portuguesa, promover uma regionalização e descentralização administrativa equilibradas, assegurando mecanismos deprevenção e controlo dos caciquismos locais.
VI – Assegurar o predomínio da ética e da política sobre a economia, de modo a que a produção e distribuição da riqueza vise o bem comum e a satisfação das necessidades básicas das populações. Explorar as potencialidades de formas de organização económica cujo objectivo fundamental não seja o lucro financeiro. Oferecer alternativas ao produtivismo e consumismo, fazendo do trabalho não um fim em si, mas um meio para a fruição do tempo livre de modo mais gratificante e criativo.
VII – Promover a sustentabilidade económica do país, desenvolvendo as economias locais e respeitando a harmonia ambiental.
VIII - Substituir quanto possível as energias não-renováveis (petróleo, carvão, gás natural, energia nuclear), por energias renováveis e alternativas (solar, eólica, hidráulica, marmotriz, etc.), superando o paradigma de uma economia baseada no petróleo e nos hidro-carbonetos.
IX - Dar prioridade, em todos os domínios da economia, da política e da investigação, às preocupações ambientais e ecológicas. Proteger os direitos dos animais e promover o seu cumprimento.
X - Assegurar um serviço público de saúde eficiente e acessível a todos, que inclua a possibilidade de opção por medicinas alternativas.
XI – Redignificar, com exigência, os professores e todos os profissionais ligados à educação, tornando esta e a cultura – não só tecnológica, mas filosófica, literária, artística e científica - o investimento estratégico do Orçamento de Estado e da governação. Os vários níveis de ensino visarão a formação integral da pessoa, não a sacrificando a uma mera especialização profissional. Neles haverá uma forte presença da cultura portuguesa e lusófona, bem como das várias culturas planetárias. Um português culto e bem formado deve ter uma consciência lusófona e universal, não apenas europeia-ocidental.
XII - Promover sem inibições a cultura portuguesa e lusófona no espaço internacional. Assegurar a tradução para inglês de textos fundamentais da nossa cultura e publicar, em conjunto com as nações lusófonas, uma revista bilingue, português-inglês, destinada a divulgar em todo o mundo os seus aspectos mais singulares e universais. Estreitar relações com os lusófilos estrangeiros e com todos os povos, culturas e movimentos que tenham características e projectos convergentes.
XIII - Implementar o Acordo Ortográfico, importante instrumento da consciência lusófona e da sua afirmação internacional.
XIV – Celebrar acordos com as nações lusófonas que promovam estratégias económicas conjuntas, sobretudo a nível comercial. Facilitar e proteger, mediante o levantamento das barreiras alfandegárias e fiscais, o comércio e a circulação de produtos em todo o mundo lusófono, com urgente destaque para os produtos culturais.
XV – Chegar gradualmente a um acordo que permita a livre-circulação dos cidadãos em todos os estados da comunidade lusófona.
XVI - Criar um Programa “Agostinho da Silva” que promova a circulação dos estudantes das nações lusófonas, de licenciatura e pós-graduação, nas universidades do espaço lusófono, começando por Portugal e Brasil.
Fonte: http://www.blogtok.com/saidas.php?link=http://movimentolusofono.blogtok.com/blog/10873/



